quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Preposto ou chefona?

Lustosa da Costa, hoje:

Poste ou não poste?

A campanha da mídia contra a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República começou por total desvalorização de sua personalidade, com ampla e intensa atuação na administração pública federal e no Estado do Rio Grande do Sul. Seria ela um poste, de tão inexpressiva que o presidente Lula imporia ao eleitorado.

Competência

Ao longo da campanha, verificou-se o ledo e quedo engano da comunicação. Esta, então, passou para pintá-la de maneira totalmente inversa, como mandona, autoritária, sempre pronta a repreender colegas de ministério que não cumprissem os prazos marcados pelo presidente para cumprimento de suas tarefas. Aí viu que ela saiu ganhando na troca de imagem, intentada.


1) Tá, alguns jornalistas desde logo se posicionaram contra a candidatura de Dilma ao Planalto. Mas dizer que houve “campanha da mídia contra a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República” é um brutal exagero. A menos que o articulista considere que tentar saber quem é realmente o sucessor que o presidente e seu partido querem nos apresentar seja “fazer oposição”.

2) Não há contradição real em "ser um poste" do PT e de Lula e ser autoritária: um tenente pode muito bem ser um mandão duro com seus praças e, ao mesmo tempo, um fidelíssimo subordinado de seus superiores.

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